A plataforma virtual Ideas Verdes disponibilizou uma biblioteca com mais de dois mil livros, artigos e documentos gratuitos sobre bioconstrução, permacultura, agroecologia e sustentabilidade.
Assuntos que desde os anos 1990 vêm sendo discutidos na agenda global e que na última década ganharam ainda mais peso devido aos efeitos já sensíveis da mudança climática em diversas partes do mundo, a biblioteca gratuita, com títulos em espanhol e inglês, pode ser uma fonte bastante útil para arquitetos, planejadores e paisagistas.
Fonte: Archdaily
Assuntos que desde os anos 1990 vêm sendo discutidos na agenda global e que na última década ganharam ainda mais peso devido aos efeitos já sensíveis da mudança climática em diversas partes do mundo, a biblioteca gratuita, com títulos em espanhol e inglês, pode ser uma fonte bastante útil para arquitetos, planejadores e paisagistas.
Fonte: Archdaily
Fonte: Autor desconhecido. Acervo Digital do IBGE.
Gênese de uma forma. Quem diz gênese diz "começo". Ora, é sempre difícil dizer "eu vou começar pelo começo".... Cada vez que tentamos datá-lo, o encontro repentino de algum acontecimento nos provoca, desmente de modo cruel nossa afirmação, mostra-nos a inanidade desse pretenso começo.
Anne Cauquelin. A Invenção da paisagem.
A percepção ambiental é o modo como cada indivíduo sente o ambiente ao seu redor, valorizando-o em maior ou menor escala. Também pode ser entendida como uma tomada de consciência pelo homem, de forma que este, percebendo o ambiente em que está inserido, aprenda a protegê-lo e cuidá-lo da melhor forma possível.
O diagnóstico ambiental, de uma cidade ou de um bairro da cidade, auxilia na avaliação da qualidade de vida urbana.
Fornece subsídios para intervenções necessárias e avalia como o poder público e a população se relacionam com a temática da sustentabilidade nos diferentes espaços urbanos.
Para se conhecer os aspectos ambientais de uma determinada área, é necessário que se faça a avaliação de alguns fatores.
São muitos os fatores que podem ser avaliados:
- patrimônio biológico (áreas verdes, arborização de ruas, corpos hídricos);
- patrimônio histórico (morfologia urbana e edilícia);
- patrimônio cultural (modos de vida, valores, hábitos e costumes);
- patrimônio infraestrutural (saneamento básico, usos e ocupação do solo).
A escolha destes fatores depende dos objetivos e, portanto, da abrangência deste diagnóstico.
A avaliação dos fatores ambientais normalmente inicia-se através de levantamentos ou inventários.A importância dos inventários (ou levantamentos) está no fato de que através deles pode-se conhecer o patrimônio ambiental de uma área urbana e identificar as necessidades de intervenção.
INFRAESTRUTURA VERDE
Capital Natural
A infraestrutura verde é composta por redes multifuncionais de fragmentos permeáveis e vegetados, preferencialmente arborizados (inclui rios, canais, ruas e propriedades públicas e privadas) e interconectados, que reestruturam o mosaico da paisagem. Visa manter ou restabelecer os processos naturais e culturais que asseguram a qualidade de vida urbana.
O ideal é conectar estes espaços, como parques arborizados articulados por conexões lineares com as ruas verdes. A conexão é fundamental para os fluxos de água, biodiversidade e pessoas. A infraestrutura verde proporciona serviços ecossistêmicos ao mimetizar as funções naturais da paisagem, visa conservar e restaurar áreas ecológicas relevantes.
O ideal é conectar estes espaços, como parques arborizados articulados por conexões lineares com as ruas verdes. A conexão é fundamental para os fluxos de água, biodiversidade e pessoas. A infraestrutura verde proporciona serviços ecossistêmicos ao mimetizar as funções naturais da paisagem, visa conservar e restaurar áreas ecológicas relevantes.
ÉCO-QUARTIER DE BONNE
(Eco-bairro de Bonne, Grenoble)
(Eco-bairro de Bonne, Grenoble)
No momento em que se fala em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, a construção de eco-bairros é um desafio sem precedentes em planejamento urbano.
Na cidade de Grenoble, França, os antigos quartéis militares de Bonne tornaram-se um eco-bairro percursor. A construção começou em 2005 e terminou em 2011.
Mais de 900 unidades habitacionais (40% de habitação social e 60% de habitação com preço de mercado) ocupam este espaço composto por comércio, serviços, parques e outras infraestruturas.
Na cidade de Grenoble, França, os antigos quartéis militares de Bonne tornaram-se um eco-bairro percursor. A construção começou em 2005 e terminou em 2011.
Mais de 900 unidades habitacionais (40% de habitação social e 60% de habitação com preço de mercado) ocupam este espaço composto por comércio, serviços, parques e outras infraestruturas.
Considera-se aqui como ‘avaliação de desempenho do
ambiente urbano’ um processo e um instrumento destinado a auxiliar as decisões
do urbanista na elaboração de planos e projetos urbanísticos sustentáveis. Trata-se
de identificação do desempenho dos espaços urbanos através da seleção de indicadores, recolha
e análise de dados, avaliação de informações, relato e comunicação em visitas de campo, e da
revisão das condições pré-existentes, de modo a caracterizar os conflitos e as potencialidades
do território. O problema é saber como reconhecer as características
físico-espaciais, jurídico-institucionais, socioeconômicas, ambientais e
culturais para uma tomada de decisão planificadora e projetual.
O que é espaço público? O que é mobilidade?
Essas perguntas podem parecer básicas demais. Mas,
às vezes, é preciso repensar o óbvio, as bases. E os significados de espaço
público e mobilidade podem, na verdade, ser muitos: muda de acordo com o país,
a região, o passado cultural, a tecnologia, a economia... a necessidade de
expressão.
Espaço público são as ruas pelas quais passam carros, praças que atraem pessoas em dias de protesto ou de comemoração?
Há limites que criam espaços públicos?
A mobilidade urbana é a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano. Mas de que modo?
Há condições democráticas, justas e sustentáveis no processo de mobilidade urbana?
Espaço público são as ruas pelas quais passam carros, praças que atraem pessoas em dias de protesto ou de comemoração?
Há limites que criam espaços públicos?
A mobilidade urbana é a condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano. Mas de que modo?
Há condições democráticas, justas e sustentáveis no processo de mobilidade urbana?
Os vídeos abaixo apresentam respostas ou tentativas de respostas para essas questões, tendo como pano de fundo projetos alternativos para a Praça Portugal, em Fortaleza.
Esses projetos foram elaborados por equipes de alunos da disciplina de PU4 2014.2.
PROJETO 1
Equipe: Childerico - Daniel - João - Rafael - Victor
PROJETO 2
Equipe: Lucas - Marina - Nara - Thalita
PROJETO 3
Equipe: Ana Gisele - Marília - Marisa - Matheus - Victor
PROJETO 4
Equipe: Alana - Beatriz - Camila - Nayanne - Natália








